"Observe a natureza ao seu redor, ela não se esforça para ser...
Simplesmente é. Seja você mesmo e confie!"
Simplesmente é. Seja você mesmo e confie!"
Nasci em: 6 de setembro de 1980, em Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, Brasil, onde moro até hoje.
Virginiana típica: sou muito perfeccionista, detalhista e exigente....
Busco: o melhor e dou o meu melhor para os outros. O melhor para mim é o equilíbrio (corpo, mente, alma), a sintonia com o universo, com nossa verdade, nossa essência. Se você está nesse caminho, tudo vem. A felicidade está dentro da gente, e o amor e o tudo... Não há o que buscar, há o que plantar para colher... E as sementes estão dentro de nós mesmos!
Não existe: para mim, não existe meio termo, meio amar, meio viver. É preciso ser completa, ser inteira. Até existe, mas em “meias pessoas”. Escrevo para tocar a outra metade, a metade adormecida de cada um. Pretensão? Não. Sentimento, vontade! Despertar para a vida, para a arte, para a magia, para o amor. Para a inteireza!
Preciso: de arte, beleza, liberdade – Diariamente!
Não fico um dia sem: criar. Escrevo, desenho, pinto, crio, recrio, decoro a casa, fotografo...
Gosto de: noites de luas cheias, silêncio da madrugada, borboletas, fadas, cheiro de terra molhada. De pôr-do-sol, crepúsculos mágicos, fogueiras, rodas, tambores, flauta, violão. Dança do ventre, dança cigana. De sentir o vento nos cabelos, a grama sob os pés, frio na barriga, calor no coração.
Amo: tulipas!
Comecei a escrever:
Sou filha do escritor Paulo Ricardo Salcides, falecido em 2001, então, acho que escrever já estava no sangue, mas só fui descobrir isso em 2000, quando comecei meus primeiros rabiscos... E não parei mais! Herdei dele esse "gene literário", o gosto pela leitura, a mente fértil e criativa e a tão sonhada busca pela liberdade.
Comecei a escrever como todo mundo começa, desabafando sobre eu mesma; sobre meus amores, dores, sonhos, devaneios e guardava tudo num caderno, no fundo da gaveta...
Fui "poeta de gaveta" (como muita gente fala e de onde muita gente nunca sai) até 2005, quando decidi "salvar na internet" meus escritos: - vai que o caderno amarelado um dia se desmancha ou se perde?
Procurei no google um site para colocar os poemas e o primeiro site que achei e acabei participando foi o Site de poesias . Passei todo o meu material do caderno para lá, um por dia, até que chegou um momento em que eu já havia passado tudo.
O que vou postar amanhã? Pensei eu... Vou ter que criar algo!!!!
Em agosto de 2005 criei meu blog "Fadas e Poesias", duas coisas que gosto muito. Precisava de um espaço só meu, com a minha cara.
Em janeiro de 2006, fui convidada pelo blog "Olhos de Fadas" para participar de um concurso para blogs "encantados, mágicos", com temática de fantasia. De 50 blogs inscritos, o Fadas e Poesias tirou o primeiro lugar. E em julho, numa segunda edição do concurso, fui escolhida novamente.
*Nessa época não havia tantos blogs e páginas de fadas como hoje... Fadas e poesias foi o pioneiro nessa categoria!
*Nessa época não havia tantos blogs e páginas de fadas como hoje... Fadas e poesias foi o pioneiro nessa categoria!
Estes concursos serviram para que meu trabalho fosse conhecido e espalhado pela internet, pois muitas pessoas, a maioria mulheres, passaram a utilizar minhas poesias em seus blogs, sites, em seus perfis no orkut e a repassar elas por e-mail. Muitas se inspiraram e criaram seus blogs também... Passaram a escrever e me mandar seus escritos, a buscar mais as fadas e o mundo espiritual e da fantasia.
"Quando criamos e compartilhamos algo com espontaneidade e verdade, com alegria e vida, e com isso tocamos as pessoas, estamos no caminho certo; no caminho da nossa verdade, nossa essência e missão. Nós não criamos só para nós mesmos, mas para o mundo.
O conhecimento e o bem, ambos não foram feitos para serem guardados, e sim passados a adiante."

